Da bagunça, ao amor, no momento que você entrou em minha vida.




Nessas de sair de mansinho, preferi ficar, bem na hora que você entrou pela porta dos fundos e disse que aquilo não seria passageiro, entre piadas e boas conversas, na real, se fingimentos, desculpas ou algo do gênero, meu coração adormeceu em um simples olhar, as coisas foram tomando cores, outrora alguns detalhes que nem eu imaginava que existisse, e no vai e vem da vida, você foi me mostrando um belo sorriso que posso estampar no meu rosto, ah, obrigado! Não só apenas por ser a revolucionária do tempo, mas por ser meu amor, por ser, e estar sempre por perto na hora que eu preciso.


Fico aqui a pensar, que a vida é bem assim, o engraçado de tudo é que quando falam que as coisas vem ao seu tempo, pois é, teu um muito nessa verdade, eu que sempre fui confuso, perdido, e querendo as coisas para ontem, hoje me deparo em outra atmosfera, e outra situação, em um contexto totalmente diferente, parabéns você tem tudo a ver com isso.



Tanto que nem me entendia mais na bagunça dos meus sentimentos e você chegou e arrumou tudo, varreu e passou um pano naquilo que só empoeirava a estante do meu coração, ah o amor, sou completo em saber que você é o meu bem maior, você chegou fez morada, e tenho medo que você voe para longe, porque hoje sei que você apesar de chegar em uma hora que o amor era a segunda, quem sabe a terceira, ou quarta nem sei que posição, mas se tornou a primeira, tornou-se o ar que respiro, e percebo que tudo está no lugar que deveria estar. 
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Em Nova Friburgo, George dos Santos Pacheco recebe Moção da Câmara Municipal


George dos Santos Pacheco, escritor e membro da Academia Friburguense de Letras, recebeu no dia 19 de outubro Moção Especial de Louvor em sessão da Câmara Municipal de Nova Friburgo.  A homenagem foi proposta pelo Vereador Luiz Carlos Neves, em virtude do lançamento do romance O Pacto, em abril deste ano. Em seu terceiro romance, George narra a história de Théo Lücke, homem que se depara morto diante do próprio Diabo, com quem faz um acordo para ter sua vida de volta: regressar ao mundo dos vivos e trazer outra pessoa para pagar por seus pecados. O Pacto se traduz em uma viagem fantástica pela condição humana, com seus vícios e virtudes, proporcionando aos leitores uma bela e oportuna reflexão sobre as relações sociais em tempos de crise de valores. Pacheco é autor de três romances e organizou este ano a antologia "Nova Friburgo: Contos, Crônicas, e Declarações de Amor".




O Pacto está a venda no Clube de Autores, no link www.goo.gl/gVMulH.
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Pura poesia



Em outra era,
A espera.
Em outro mundo
Um futuro.
Em outra flor
Um amor.
Em um novo tempo
Talvez em um outro momento
A gente se encontre
Se esbarre, se veja.
Tome aquela cerveja.
Ai a gente conversa
Sobre a vida,
sobre o tempo,
sobre o amor,
sobre o sabor,
tantos assuntos....
Quem sabe um dia,
A gente volte a se encontrar
Em uma outra era
Talvez a gente espera.
Um futuro.
Em uma flor
Um amor.


Alice Bennet. 
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Diário de uma ansiosa



A vida de um ansioso não é fácil, não nos julgue, não fazemos por mal e garanto, gostaríamos muito de viver de acordo com o relógio das pessoas normais. Apesar de nós mesmos não sermos seja paciente conosco.

É normal ficar ansioso por uma viajem, por um show, a chegada de alguém especial, uma festa, uma despedida. O ansioso, porém, é aquele que quando nada está acontecendo – aquelas malditas horas que se antecedem o acontecimento – TUDO pode estar desmoronando. E sim, o ansioso precisa daquela resposta imediata, agora, para poder salvar o mundo.

JAMAIS, deixe um ansioso esperando, não diga a ele que você tem algo para contar, mas não pode ser agora – da “morte” – Não deixe quase enfartar de tanta espera ao observar aquele “escrevendo” no whatsapp, mensagem, facebook, ou qualquer coisa, e nada de resposta aparecer. Também não deixe pra responder depois de 2 ou 3 horas.  Não peça para esperar sete dias úteis. Não se atrase. Ele com certeza começou a se arrumar uma hora antes do que precisava, justamente para não deixar ninguém esperando. O problema é que ele vai ficar pronto antes e vai ficar esperando. Não importa se forem 40 ou 10 minutos, será uma eternidade. O ansioso começa a planejar a vida desde o primeiro dia do ano, mesmo que nada sai conforme planejado. Tem feriadão em maio, desde janeiro, já organiza tudo para tal dia – aquele dia que nunca chega – e incrivelmente ele também poderá esquecer o carregador, o celular, aquela roupa pra noite, documento, tudo devido a tamanha ansiedade e pressa ao grande acontecimento.

O ansioso acha que todos têm que seguir o ritmo dele, o que o deixa ainda mais nervoso. Portanto não é fácil achar uma vaga no hotel no meio da estrada. Tem que ser na hora, pois se não, não dará tempo. Cada minuto pode ser perdido se não for aproveitado.


O dia não tem apenas 24 horas quando um ansioso está esperando alguma coisa, tem aproximadamente 6000 horas. E as vezes ele fica ansioso até sem ter algum evento programado, ou aquela chegada, é mais pelo “esporte” mesmo, não temos como controlar. Para o ansioso, a ansiedade é tipo um monstrinho que vai comendo seus órgãos internos um a um. Então, não julgue o ansioso. Ele só faz tudo isso, pois está ansioso para viver os momentos!



Alice Bennet 
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Crônica Erótica!



Sua boca desce pelo meu corpo, e quase grito de prazer. Ele beija minha barriga e coxa antes de chegar ao local desejado. Ele gosta de me provocar, seus toques são leves e calculados, quase me fazem gritar de prazer. Sedutor, fogoso, não aguento.... momentos depois ele esta dentro de mim. Ahh sim, isso é o paraíso, que delícia. O beijo e é carregado de desejo e luxuria. Quero forte e duro, é assim que gosto e ele corresponde a minha expectativa. Logo ele para e recomeça, não quero que isso acabe cedo, porém estou quase lá.... 20 minutos depois estou um pouquinho saciada e ele ofegante, "Senhooooooorrrrr abençoa esse dom, porque quero mais."

É a melhor amizade que já tive, com benefícios. Nos conhecemos de uma forma digamos...inesperada, afinal o que se espera de alguém que conhece por rede social? Pois é. Ele foi o melhor, meu amigo garimpado no meio de tantas mentes vazias.

Antes de qualquer coisa não era apenas sexo, éramos como poucos, tínhamos a intimidade de quem se conhece há anos, nos gostávamos como namorados, brincávamos como adolescentes. Era amizade com benefícios que poucos podem oferecer da forma mais leve e gostosa. O sexo era perfeito, o beijo era ótimo, e ainda éramos amigos, nos encontrávamos sempre que dava, confesso que era uma das coisas que mais gostava. Não tinha cobranças, éramos livres e nos encontrávamos um no outro, ele era a alegria que me faltava e eu era a pimenta que faltava nele.

 Alice Bennet. 

Email: daricanedo.c@outlook.com


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Sobre encontros





Em um encontro perfeito, quem diria que eu ia achar em meio a tantos loucos o meu sorriso perfeito?  Ele era tímido, mas sabia disfarçar. Era nosso primeiro encontro de verdade, não aquelas esbarradas na boate. Não vou negar, me surpreendeu. Nossa conversa era gostosa com algumas trocas de olhares. Adorava o deixar sem graça só pra ve-lô sorrir. Ahhh, como gosto de o ver sorrir! Acho que foi naquele momento em que me perdi em seu rosto que apaixonei.
Desde na hora que entrei no carro até a hora do ultimo beijo foi tudo perfeito. A conversa, os drink’s, as risadas, até aquelas músicas bregas. Foi amor. Carinho. Respeito. Sensações.
O problema é que ele foi perfeito e por toda a noite ele foi um cavalheiro no melhor estilo o homem dos livros. De uma certa forma ele me marcou, e sempre estará presente nas minhas lembranças, nos risos, nos olhares, por onde quer que eu vá. Era uma noite, mas tinha parceria, amor, empatia, presença. Até que não teve mais. Talvez tivesse sido mais fácil, se fosse como os anteriores, sem sal, mas não foi. Foi o melhor. Talvez fosse mais fácil se a ausência fosse prematura. Sempre é mais fácil sentir falta do que nunca teve.
Eu estaria mentindo se dissesse que não esperava:  sei que o tempo tem a natural tendência de afastar as pessoas de mim, acho que que só esperava que fosse tão rápido. Confesso que tampouco de um dia para outro, mas é inevitável já que falamos de um tipo de distância que vai doer.
E sabe o que é pior? É a certeza que é reciproco.

Alice Bennet






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Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
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