Café Literário: Amor, ah, o amor...




Amor, palavra que se deriva do verbo intransitivo, AMAR! Intransitivo por si só, porque não carece de complemento, nem de significado ou explicação...

Amor, sentimento que transforma, que transborda, e une. PALAVRA comum a qualquer ser humano, mas ausente no sentir da grande maioria...

Assim, questiono-me, o que seria do mundo sem o amor? Ou o que seria do mundo transbordado em amor? Saberemos algum dia responder?

Segundo Camões, amor é fogo que arde sem ver, é ferida que dói e não se sente, é um contentamento descontente, é dor que desatina sem doer... Com tamanha genialidade incrustada em poucos versos, restaria a mim mais alguma metáfora a ser adicionada? Não, não, seria pretensão demais! Restrinjo-me apenas, a esboçar, em caracteres digitados, meus livres pensamentos...

''Triste é o ser humano que contempla a divindade da vida sem amor, sem saber amar, sem ser amado, sem se transbordar vez ou outra... Questiono-me, pois, pior seria sofrer de amor ou pior seria sofrer sem nunca ter amado? Como já disse alguém por aí: Perder o equilíbrio por amor, faz parte de uma vida equilibrada! Logo, a falta do amor, a não sofrÊncia por amor, é a dor generalizada, é o mal do século de qualquer pessoa, que caminhou pelos trilhos da vida e não soube amar, nem a si, nem aos outros, e perdeu a glória de ver a existência como uma eterna primavera!

Desejo por fim, que todas as pessoas, até a pior das pessoas, se sintam TRANSITIVAS, e aprendam a amar, pois esta é a única maneira de nos igualarmos em honra, pelos simples fato de sermos reles mortais, sobreviventes em um mundo afogado pela falta do amor!

AMOR, sentimento que TRANSBORDA; Sentimento que serve de alimento pr'alma!''

Samara Machado

Olá a todos, sou Samara Machado, tenho 20 anos, vestibulanda de Medicina (por enquanto), moro em Salvador-BA e sou uma 'pseudoescrita' ainda. Comecei a escrever em meados de 2010, e de lá pra cá não parei mais. Tenho verdadeiro fascínio pela escrita. Estou aberta para debater sobre quaisquer temas, no entando, prefiro escrever sobre a realidade do meu dia a dia. Abraços, e até o próximo texto.

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