Resultado do 3º Desafio Literário da Revista Pacheco


Entre os dias 15 de setembro e 12 de outubro, a Revista Pacheco recebeu textos para seu 3º desafio literário. Trabalhamos o conto, nos gêneros terror, ficção científica, policial, alta fantasia, steampunk, etc., sobre o tema “História do Brasil”, a fim de promover a interação entre novos autores e os mais experientes, gerando amadurecimento literário para ambos.

Os cinco primeiros colocados terão seus textos publicados permanentemente na Revista Pacheco, os dez primeiros integrarão um e-book no formato “Portable Document Format” (pdf), disponível gratuitamente para download no blog. Todas as obras ainda permanecerão registradas para os interessados por mais 20 dias (até o dia 06 de dezembro de 2014) e, após este tempo, os textos serão apagados do banco de dados do site.

Os autores não vencedores poderão ser contatados oportunamente para a possível publicação de suas obras na REVISTA PACHECO, por conta das atualizações do blog. O autor não vencedor do Desafio Literário não terá obrigação nenhuma de permitir a publicação se não quiser.

Confiram, a seguir, os vencedores do 1º Desafio Literário da Revista Pacheco:


A medalha do demônio enfeita sua lapela - Juliano Marques


Liberdade, abre as asas sobre nós - Victor Carreão


Hora de voar - Adnelson Borges de Campos


Esperanças Perdidas - Gilson Cunha


A fome e o nojo - Vivian de Moraes


O Chucrute, a verdadeira história - Amauri Chicarelli


As fúrias - M.R.Terci


Baile na Cidade Imperial de Petrópolis - Pedro Franco


O Anjo da Morte, um conto nazista - Paulo Abe


Maria Quitéria, a vingadora da Lapa - Gilberto Villela


Aos autores é facultado o desejo de enviarem os textos revisados para a publicação, o que deverá ocorrer até o dia 21 de novembro de 2014. O e-book será publicado, a partir dessa data. Aos cinco primeiros, também será facultado o envio de imagens, com boa resolução, a fim de ilustrarem seus textos no blog, até a mesma data citada acima.



Agradecemos a participação de todos e os aguardamos no próximo desafio literário!



Pacheco também é cultura!

 http://www.revistapacheco.com/2014/12/a-revista-pacheco-quer-saber-o-que-voce.html

Um comentário:

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Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
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