Os Desafios Literários da Revista Pacheco são um sucesso! Participe!


Desde 2013 realizamos desafios literários com o intuito de promover a interação entre novos autores e os mais experientes, gerando amadurecimento literário para ambos.

O primeiro, no gênero Terror, abordou o tema "Pesadelo". Foram mais de 40 textos escritos e o resultado foi plenamente satisfatório. Histórias muito bem trabalhadas, dentro dos requisitos do desafio, algumas beirando a genialidade, emocionam pelo aparato utilizado e pelo vocabulário investido.

Os cinco primeiros colocados tiverão seus textos publicados permanentemente na Revista Pacheco, e os dez primeiros integraram um e-book no formato “Portable Document Format” (pdf), disponível gratuitamente para download no blog.
Confiram, a seguir, os vencedores do 1º Desafio Literário da Revista Pacheco:

Pesadelos - Juliano Marques

A Taça - Wilson Faws

Casa das Lembranças - Lorena de Carvalho Oliveira

O pesadelo da Senhorita Alice - Luana Angela Lopes


Sem Fôlego - Dejair Martins

A Experiência - Guilherme André Araújo Infante

Como a minha vida - Simone Xavier de Lima

Pesadelos de Catarina - Ben Oliveira

O fim do mundo - Edweine Loureiro

O segundo desafio, também de contos, foi sobre o tema "Contos de Fadas", em quaisquer gêneros (terror, ficção científica, policial, mainstream, alta fantasia, steampunk, etc.). Recebemos mais de 30 textos, com muito boa qualidade literária!




O livro eletrônico, no formato Portable Document Format (pdf), está disponível gratuitamente para download neste link. O certame foi realizado entre os dias 31 de março e 14 de abril. Confira agora os selecionados do 2º Desafio Literário da Revista Pacheco - "Contos de Fadas":

 1 - Essência - Cristina de Abreu

2 - O incrível João Coração de Leão - Tiago Quintana

3 - Verde Musgo - Jefferson Lemos

4 - Kuchisake Onna - Edweine Loureiro

5 - Verhaltensbeobachtung - Adnelson Borges de Campos

6 - A rainha mais bela de sempre - Maria de Fátima Esteves Martins

7 - O cinderela - Juliano Marques

8 - Sofia das estrelas - Gilson Luis da Cunha

9 - A chave mágica - Neyd Montingelli

10 - Os 7 - Edwart Angst

A partir do dia 15 de setembro a Revista Pacheco estará recebendo textos para seu 3º desafio literário. Desta vez, será trabalhado o conto nos gêneros terror, ficção científica, policial, alta fantasia, steampunk, etc., sobre o tema “História do Brasil”.

Confira aqui o regulamento, e participe já!

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Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
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