Desafio Literário: Contos de Fadas - Alteração do Regulamento

Devido ao sucesso do desafio e ao grande volume de textos enviados, o regulamento do 2º Desafio Literário da Revista Pacheco será alterado em seu item 7 - Avaliação. Confira abaixo as alterações:

07 – DA AVALIAÇÃO
Os textos terão avaliação prévia do organizador do desafio e administrador do site, segundo: 

·         coesão e coerência textual;
·         conteúdo adequado ao tema proposto; e
·         correção gramatical. 

Os contos que não se enquadrarem nestes requisitos ou a quaisquer itens deste regulamento não serão considerados.

Todos os contos enviados para este evento literário serão publicados com a etiqueta “DESAFIO LITERÁRIO” para a apreciação dos leitores. A publicação destes textos, sob a condição de processo seletivo, será de prazo temporário. Definido o resultado e o 2º Desafio Literário da Revista Pacheco estiver oficialmente encerrado, todas as obras ainda permanecerão registradas para os interessados por mais 20 dias. Após este tempo, os textos serão apagados do banco de dados do site.

Os textos serão avaliados mediante o voto dos participantes do certame e do organizador do desafio e administrador do site. Os votos, em geral, terão uma escala de 1 a 10; os votos do organizador do desafio terão peso 2. Todos os votos deverão estar acompanhados de breve justificativa no campo comentários da plataforma “Blogger”, além da assinatura do participante, visto que é comum o uso de pseudônimos nas contas da internet. A justificativa dos votos deverá analisar criticamente a obra sem, contudo, manifestar desrespeito aos participantes, estando proibido o uso de palavras de baixo calão, com conteúdo moralmente ofensivo ou preconceituoso. Cordialidade é a palavra de ordem. Serão vencedores os textos com mais pontos.
Veja aqui o regulamento completo!

Pacheco também é cultura!

2 comentários:

  1. Deixando claro, é obrigatório todos votarem em todos, certo?

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  2. Exatamente. Todos devem votar em todos os textos - exceto os próprios textos, evidentemente. Se por acaso algum autor deixar de votar em algum texto, será punido com perda de pontos (10) para cada texto não votado.

    Vide:

    http://www.revistapacheco.com/2014/04/desafio-literario-contos-de-fadas.html

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http://www.revistapacheco.com/p/contato_507.html

Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
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