Qual deve ser a prioridade do governo Rogério Cabral?


Esse é o tema da nova enquete do Revista Pacheco. As opções para voto são: Saúde, Educação, Segurança e Trânsito. A enquete estará disponível até o dia 10 de novembro.

Saúde

Temos dificuldades com marcações de consultas e há insuficiência de médicos no hospital municipal, que além disso, está mal conservado. As localidades mais distantes do centro não estão bem assistidas pela saúde, visto que, os postos existentes não tem capacidade de atender traumas mais complexos. Outrossim, toda semana, diversos pacientes de câncer vão para o Rio de Janeiro se tratar.

Educação

Apesar da crescente implantação dos centros municipais de educação infantil, diversas localidades ainda não são atendidas pelo município, algumas escolas tem classes multisseriadas, e faltam professores.

Segurança

A população friburguense, apesar de todos os transtornos ocorridos, está em franco crescimento, e os bairros também crescem, sem a estrutura necessária. A maioria deles não contam com requisitos mínimos de urbanização, como calçamento das ruas, calçadas e praças, este último, considerado primordial no sentido de congregar as famílias dos bairros e como espaço de lazer e os índices de criminalidade aumentam a cada dia

Trânsito

O aumento do número de veículos somado à falta de estrutura do tráfego da cidade tem causado transtornos no trânsito, sobretudo nos horários de pico, e a simples mudança da mão das ruas já provou ser ineficaz. Além disso, as calçadas do centro da cidade, e sobretudo, dos outros bairros, são irregulares, bem como as faixas de pedestres. Ficou demonstrado, inclusive, pela experiência de outras cidades, que as faixas deveriam ser asfaltadas, a fim de que as rodas dos cadeiras de rodas ou carros de bebê não fiquem presas, facilitando a locomoção de pessoas portadores de necessidades especiais. Qual seria a solução para os problemas do trânsito de Nova Friburgo?

E aí? Algum problema nas áreas apontadas atinge a sua família?

Participe! Vote na enquete!

Pacheco também é cultura!

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A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

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