Mais sobre Esopo

Vocês poderão saber mais sobre as Fábulas de Esopo clicando aqui: Fábulas de Esopo.
As seguintes fábulas podem ser acessadas por lá:

I - O galo e a pérola
II - O lobo e o cordeiro
III - O lobo e as ovelhas
IV - O rei dos bugios e dois homens
V - A andorinha e Outras aves
VI - O rato e a rã
VII - O ladrão e o cão de casa
VIII - O cão e a ovelha
IX - O cão e a carne
X - A mosca sobre a carreta
XI - O cão e a imagem
XII - O leão, a vaca, a cabra e a ovelha
XIII - O casamento do Sol
XIV - O homem e a doninha
XV - A bugia e a raposa
XVI - Juno e o pavão
XVII - O lobo e o grou
XVIII - As duas cadelas
XIX - O homem e a cobra
XX - O asno e o leão
XXI - O rato cidadão e montesinho
XXII - A águia e a raposa
XXIII - O galo e a raposa
XXIV - O bezerro e o lavrador
XXV - O lobo e o cão
XXVI - Os membros e o corpo
XXVII - A águia e a coreixa
XXVIII - A raposa e o corvo
XXIX - O leão e os outros animais
XXX - As rãs e Júpiter
XXXI - As pombas e o falcão
XXXII - O parto da Terra
XXXIII - O galgo velho e seu amo
XXXIV - As lebres e as rãs
XXXV - O lobo e o cabrito
XXXVI - O cervo, o lobo e a ovelha
XXXVII - A cegonha e a raposa
XXXVIII - A gralha e os pavões
XXXIX - A formiga e a mosca
XL - A rã e o touro
XLI - O cavalo e o leão
XLII - As aves e o morcego
XLIII - O cavalo e o asno
XLIV - O falcão e o rouxinol
XLV - As árvores e a machada
XLVI - O asno e o mercador
XLVII - O rato e a doninha
XLVIII - A raposa e as uvas
XLIX - O pastor e o lobo
L - O asno e a cachorrinha
LI - O leão e o rato
LII - O milhano e sua mãe
LIII - O porco e o lobo
LIV - O velho e a mosca
LV - O cordeiro e o lobo
LVI - O homem pobre e a cobra
LVII - O bugio, o lobo e a raposa
LVIII - A faia e a cananoura
LIX - A formiga e a cigarra
LX - O caminhante e a espada
LXI - O asno e o leão
LXII - A gralha e a ovelha
LXIII - O boi e o veado
LXIV - O homem e o leão
LXV - O lobo e a raposa
LXVI - O leão e outros animais
LXVII - O veado e o caçador
LXVIII - A bicha e a lima
LXVIX - Os carneiros e o carniceiro
LXX - O lobo e o asno doente
LXXI - A pulga e o camelo
LXXII - O caçador e as aves
LXXIII - O cervo e o cavalo
LXXIV - O buitre e mais pássaros
LXXV - A raposa e o leão
LXXVI - O carneiro grande e os pequenos
LXXVII - O leão e o homem
 
e muitas outras!
 
Pacheco também é cultura!

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Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
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