Informações contidas nos gestos

Maneira de caminhar:


Quando se caminha de ombros caídos, a imagem que se passa é a de uma pessoa cansada, desanimada e atormentada por algum problema;

Quem é confiante caminha com passos firmes e decididos e ombros no lugar certo.

O aperto de mãos:


Quem aperta as mãos das pessoas com mão mole demonstra falta de segurança em si mesmo;

O “triturador de ossos” demonstra desprezo pela integridade física dos outros;

Quem oferece só a ponta dos dedos demonstra que o cumprimento não foi bem-vindo;

Não se aperta a mão de quem está à mesa de refeições;

Deixar alguém com a mão estendida perante outras pessoas é uma afronta. Mesmo entre pessoas cujas relações estão estremecidas;

É prerrogativa do mais idoso estender a mão para o mais jovem;

A mulher estende a mão para o homem;

O superior hierárquico é quem detém a precedência do aperto de mãos;

Com o cliente, a iniciativa deve ser dele.

O olhar:

Medir as pessoas da cabeça aos pés denota extrema grosseria e falta de personalidade;

Da mesma forma, os homens que se viram para olhar os traseiros das mulheres projetam uma imagem de vulgaridade e de extremo mau gosto;

Durante a conversa, devemos direcionar o nosso olhar para os olhos do interlocutor, estabelecendo uma espécie de triângulo imaginário, cujo vértice seria o nariz. Ampliando um pouco mais, nosso olhar pode percorrer um triângulo cujo vértice seria o queixo. Assim demonstramos apreço e fazemos com que o outro se sinta importante e prestigiado;

Também é gafe conversar usando óculos escuros.

Postura em pé:

Quando conversamos com alguém de braços cruzados, revelamos que estamos na defensiva, querendo nos resguardar de algo;

As mãos sempre escondidas nos bolsos também revelam insegurança;

Mãos na cintura, tanto em homens como em mulheres, revelam falta de classe;

Devemos evitar que as pernas fiquem afastadas.

Postura sentado:

Pessoas elegantes não se jogam nos assentos;

Também não emitem ruídos e murmúrios ao se levantar;

Homens devem cruzar as pernas procurando não mostrar a sola do sapato;

As pessoas que gostam de se sentar nas pontas das cadeiras dão a entender que estão querendo fugir, que estão pouco à vontade;

Não se balança o pé demonstrando nervosismo.

Fonte: http://vonnoble.blogspot.com/2010/06/modulo-iii-etiqueta-comportamental.html

Pacheco também é cultura!

Um comentário:

  1. Oi Pacheco, quanto tempo!

    Desculpa pelo sumiço, mas este ano tive muitos problemas pessoas, diga-se uma filha e uma mudança estrutural aqui na empresa, mas estamos ai de novo.

    Um gde abç.

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Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

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O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

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