Este livro eu recomendo: A IDENTIDADE BOURNE


"Delta está para Caim e Caim está para Charlie"

Esse é um pensamento que constantemente perturba a mente do amnésico e perseguido personagem principal dessa obra prima da literatura de espionagem.
Um homem é resgatado semimorto das águas revoltas do mar em uma noite de forte tempestade, levado para uma pequena ilha, é tratado por um médico alcoólatra. Após acordar, descobre que os danos vão muito além do imaginado. O trauma o levou a um estado de completa amnésia, privando-o de todo o seu passado. Obcecado em descobrir quem é, esse homem sem nome e passado começa a juntar pequenos fragmentos, parte de um grande e complexo quebra cabeças que é sua vida. Aos poucos, esse atormentado homem avança em suas buscas, até chegar ao nome Jason Bourne. Acreditando que esse é seu nome, Bourne tem que prosseguir com suas investigações, tendo que entender os flashs de memórias completamente confusos que aumentam de intensidade a cada instante e principalmente, descobrir os motivos por estar sendo perseguido por pessoas até então supostamente desconhecidas. Então, Jason tem que, sobretudo, descobrir o porquê do seu interesse na figura do terrorista Carlos, o Chacal e que empresa é a Treadstone, ao qual provavelmente ele é funcionário e que colocou em uma conta no seu nome a absurda quantia de 5 milhões de dólares.
Robert Ludlum criou em "A Identidade Bourne", um dos melhores e mais profundos personagens que eu já vi em livros do gênero. Jason Bourne é um homem artomentado por desconhecer seu passado e acreditar ser um perigoso assassino. Com medo de causar mal as pessoas que ele passa a gostar, como a jovem economista canadense pelo qual ele se apaixona, Marie. Jason Bourne é um homem que vive sempre no limite entre o descontrole e a razão, sempre obrigado a tomar perigosas decisões.
Matt Damon interpretou esse personagem pela segunda vez nos cinemas, em dois ótimos filmes. O interessante é que essas adaptações são completamente diferentes das histórias encontradas nos livros.
Serviços: LUDLUM, Robert. A Identidade Bourne. The Bourne Identity. [Trad.:S. M. Barreto]. Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro. 1980.

Fonte: http://literatura.interativo.org/livros/2006/08/a-identidade-bourne
Pacheco também é cultura!

Nenhum comentário:

Postar um comentário

Publicidade

http://www.tertuliaonline.com.br/
http://www.revistapacheco.com/p/contato_507.html

Destaques

A primeira vez em que eu quase morri

Uma experiência de quase morte não é algo muito fácil de esquecer, sobretudo quando se tem 16 anos. Nessa época, eu era um rapaz latino-americano, franzino e com algumas espinhas na testa. É verdade, era mais do que eu desejava, se é que alguém deseja ter espinhas. Eu era o típico adolescente: cheio de sonhos, impulsivo e medroso. Mais medroso que impulsivo, aliás.

Sobre o apego e as lembranças que escapam lentamente

O primeiro bem que meu pai me deixou, meio sem querer, foi seu aparelho de telefone celular. Não é um smartphone, não acessa a internet. A câmera fotográfica integrada tem parcos megapixels. As pessoas riem do aparelho quando são apresentadas a ele, sem saber que ali dentro, naquela caixa preta, está guardada minha pequena herança particular.

"Uma Aventura Perigosa"

Max de Castro é um funcionário público insatisfeito com trabalho e com problemas no casamento. Após uma crise de estresse em pleno expediente, incentivado por um psicanalista em um programa de entrevistas, escreve uma carta confessional, que deve ser escondida e destruída em 24 horas, mas a mesma desaparece, antes que ele pudesse fazê-lo. Começa então o inferno de Max, angustiado pela possibilidade de seus maiores segredos serem descobertos, ou por sua esposa, ou por sua cunhada, a jovem Sophia, por quem se sente fortemente atraído.

Cinema: Frances Ha

Em Frances Ha (2012), Frances (Greta Gerwig) é uma jovem nova-iorquina de 27 anos que não corresponde às expectativas idealistas de uma sociedade que exige do indivíduo o sucesso em questões profissionais e afetivas nessa fase. Ao contrário, como muitos jovens nessa idade, Frances ainda não faz ideia do que, para ela, é ser bem sucedida. O artista francês Eugène Delacroix escreveu em 'Diário' que para se chegar a segurança e maturidade do espírito é necessário passar pela sutil delicadeza da nossa sensibilidade juvenil.
As imagens postadas neste site foram retiradas da internet ou enviadas por colaboradores. Se é proprietário de alguma imagem e se sentiu ofendido, por favor, entre em contato conosco e ela será rapidamente tirada do ar.