Clonaram seu cartão?


O golpe do cartão de débito clonado

Segundo dados da Associação Comercial do Rio de Janeiro, os pagamentos em dinheiro vivo estão com os dias contados e a cada dia aumenta a utilização dos cartões de débito.

Só que junto com esse aumento também estão se tornando comuns as clonagens dos mesmos. Se você, como eu, fez do cartão de débito seu principal meio de pagamento, preste atenção no que se segue:

O golpe geralmente é feito da seguinte maneira: o atendente do estabelecimento comercial (lojas em geral, postos de gasolina, supermercados, barzinhos, botecos, danceterias, lojas de conveniência etc.) muito solítico traz a maquininha para que você digite a sua senha. Só que ele tapa o visor e você termina a operação. Em segundos, ele volta e diz que você digitou a senha errada. Você digita a senha mais uma vez, confirma e o atendente diz que desta vez tudo correu bem.

Mas cuidado! Veja como o golpe é aplicado:
O atendente cobre o visor porque não digitou o valor da sua compra ou seu gasto. Assim, quando você digita sua senha, ela aparece no visor, dando chance de que ela seja copiada. De posse de sua senha e do número do cartão (que fica registrado na bobina) a quadrilha (geralmente o atendente é só a ponta de um grupo) faz despesas em seu nome que caem direto na sua conta.

Por isso, antes de digitar sua senha verifique se seu débito foi registrado e olhe no visor para ver se sua senha está aparecendo (o correto é aparecerem asteriscos em vez da senha) e só então confirme.

Fique de olho! Porque esse golpe é muito mais comum do que você imagina!

Clonagem
A situação é incomum, mas não rara. Algumas quadrilhas conseguem clonar cartões de débito e ter acesso à senha. Assim como ocorre com quem tem o cartão de crédito clonado, o consumidor só se dá conta do problema após notar o registro de gastos ou saques que não realizou.

Entrar em contato com a agência bancária ou com a Central de Atendimento ao Cliente, caso a agência esteja fechada, é o primeiro passo a se tomar. Os mesmos procedimentos dos casos de perda, roubo ou furto (leia acima) devem ser cuidadosamente adotados: além de entrar em contato com a agência, é preciso pedir ou fazer um documento formal que prove que você informou a instituição do ocorrido e por fim ir a delegacia fazer o Boletim de Ocorrência.
Como lembra a advogada da Pro Teste, é “obrigação do banco fazer a investigação e dar explicações ao cliente sobre o que está acontecendo”. Os casos de clonagem são uma falha do serviço dos bancos, logo, ela deve se responsabilizar por todos os danos causados ao cliente.

CLONAGEM DE CARTÕES DE DÉBITO

Este golpe vem sendo aplicado no comércio constantemente.

Se você costuma realizar compras com cartão de débito automático, tome muito cuidado com sua utilização. Os criminosos sempre imaginam e criam uma maneira de nos enganar num momento de distração.

COMO OCORRE A FRAUDE, NA NOSSA FRENTE:
Ao efetuar um pagamento via débito automático:
1. O operador (Vendedor, Garçom ou Caixa) comparsa de quadrilhas de Estelionatários, passa o seu cartão;
2. Não registra nenhum valor e pede que você digite a senha na máquina;
3. Só que não acompanhamos a operação e não percebemos que ele NÃO DIGITOU o valor da compra;
4. Ao digitar a sua senha, ela APARECERÁ NO DISPLAY, pois a máquina estará entendendo que a senha é o valor da transação;
5. O "vendedor", espertamente, diz que houve um erro, pede outra vez o cartão, passa-o novamente, registra o valor correto;
6. Pede que digite a senha, concluindo, enfim, uma venda normal.

AGORA ele JÁ POSSUI o NÚMERO DO SEU CARTÃO, A SUA SENHA e sabe qual o seu BANCO.

De posse destas informações, o cartão será CLONADO e diversas COMPRAS E SAQUES SERÃO FEITOS EM SEU NOME, dentro de 24 horas, SEM SEU CONHECIMENTO, debitando sua conta corrente.

Preste muita atenção! Ao passar o cartão, NÃO DIGITE A SENHA SEM ANTES CONFERIR O VALOR DA COMPRA que aparecerá no display da máquina.

Somente depois de conferir o valor é que você poderá digitar a senha.

CUIDADOS AO USAR SEU CARTÃO DE DÉBITO:

1. Observe a forma como está sendo passado na leitora de cartão;

2. O “Vendedor, Garçom ou Caixa deverá digitar os quatro últimos números do Cartão;

3. Somente digite sua senha se o valor aparecer no display e se estiver de acordo com sua despesa;

4. NUNCA DIGITE SUA SENHA SEM ANTES VERIFICAR O VALOR DIGITADO.

5. Observe se há câmeras de TV sobre o local ou nas proximidades;

6. Observe se há pessoas esperando você digitar sua senha;

7. Coloque uma mão sobre aquela que irá digitar a senha: (Estelionatários observam os movimentos das mão e identificam os dígitos à distância, pois já conhecem o formato dos teclados das máquinas);

8. Digite sua senha com segurança e espere a aprovação do débito.

9. Espere e retire sua via de comprovante de débito e compare com a Nota Fiscal.

10. Exija sempre a Nota Fiscal de seu débito e grampeie o comprovante para seu controle.

11. Oportunamente, verifique seu Extrato Bancário para ver se houve alguma transação sem seu conhecimento.

12. Em havendo transação sem seu conhecimento, compareça ao seu banco e comunique a Fraude.

O QUE DIZ O CÓDIGO PENAL SOBRE ESTELIONATO:

"Artigo 171.
Obter, para sí ou para outrem,vantagem ilícita, em prejuízo alheio, induzindo ou mantendo alguém em erro, mediante artifício, ardil, ou qualquer outro meio fraudulento.

Pena - reclusão de 1 a 5 anos e multa.
§ 1° - Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor o prejuízo, o juiz pode aplicar a pena conforme o art. 155, § 2°.

(Art. 155, §2° - Se o criminoso é primário, e é de pequeno valor a coisa furtada, o juiz pode substituir a pena de reclusão pela de detenção, diminuí-la de um a dois terços, ou aplicar somente a pena de multa)."

Pacheco também é cultura!

"A ocasião faz o ladrão." - Provérbio Popular

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